Sabe aquele momento da sua vida que você se pergunta 'Tem como piorar?'? Pois bem, estou nele agora. E o pior é que não gosto de fazer essa pergunta nunca porque, meus amigos, tem sempre como piorar, é aquela máxima de que o fundo do poço sempre pode ficar mais fundo. Não que eu esteja tão arrasada a no fundo do poço assim, mas estou passando por um momento bem difícil da minha vida e o que dificulta é o fato de vir tudo de ruim junto, de uma só vez. Mas como costumava dizer, no final do arco-íris sempre tem o pote-de-ouro e eu espero, sinceramente, que eu esteja no final da estrada de tijolos amarelos.
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08/05/2013
momento difícil...
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23/02/2010
Amarguras Amarelas!
Nunca gostei muito de círculos, confesso que tenho uma certa mania por triângulos, olho objetos e reparto-os sempre, mentalmente, afim de deixá-los em formas triangulares. Até simpatizo com os quadradros, mas já os círculos... nunca gostei muito deles! Apesar de saber que tudo em nossa existência é cíclico, acho que a ideia de saber que em círculos uma hora estamos por cima e noutra estamos por baixo não me agrada muito não.
Na vida, por exemplo, num momento nós estamos bem, felizes, com as pessoas que nós amamos ao nosso lado, mas, num curto espaço de tempo, as coisas rodam, giram e nós, que estávamos por cima, agora não estamos mais, estamos por baixo e vêmos nossa vida mudar de tal forma que quando procuramos a felicidade, ela não está mais lá.
Entendo que as coisas vêm e vão, mas em momentos, como o que estou passando agora, me pergunto porque que certas coisas têm que vir e porque outras têm que ir. Uma amiga disse que, uma vez fazendo essa mesma pergunta, teve a seguinte resposta: "para amadurecer!". Não discordo disto não! Entendo e sei perfeitamente que sofremos e que temos nossas vidas "rodadas" e "giradas" para que possamso aprender e amadurecer, mas é inevitável fazermos esse tipo de questionamento quando nos deparamos com situações de tristeza e sofrimento.
Compreendo as razões do universo para que a vida seja cíclica e sei que o que escreverei agora é pretensioso e até arrogante, mas, neste momento, eu gostaria que a vida fosse um triângulo, quem sabe uma pirâmide, e que eu e os meus estivéssemos no topo, livres de qualquer mal e qualquer sofrimento.
Em um post passado eu escrevi um trecho da música "Roda Viva" de Chico e reescrevo-o novamente: "Roda mundo, roda gigante, roda moinho, roda pião. O tempo rodou num instante nas voltas do meu coração!".
Que a minha roda viva e que o meu coração rodem bem rápido e que as tristezas e os sofrimentos desse período passem mais rápido ainda.
"Quero Vinícius e Tom no meu coração de novo!"
"Os amarelos sofrem amarguras..."
11/12/2009
sobre a arte de não saber...
a arte de não saber das coisas, nem das pessoas, nem dos sentimentos próprios e, muito menos, dos alheios.
a arte de não saber se vai ou se fica.
a arte de não saber se solta ou se agarra.
a arte de não saber se quer ou se não quer.
a arte de não saber o que é bom ou ruim para si mesmo.
a arte de não saber se ama ou se deixa.
a pura e difícil arte de não saber e de não saber se um dia irá saber.
li num blog aí, cujo nome não lembro neste mimento, que o amarelo é a cor da paciência. pois bem, aí vou eu a caminho da arte de esperar...
Porque, hoje, os amarelos nem sabem se riem!
a arte de não saber se vai ou se fica.
a arte de não saber se solta ou se agarra.
a arte de não saber se quer ou se não quer.
a arte de não saber o que é bom ou ruim para si mesmo.
a arte de não saber se ama ou se deixa.
a pura e difícil arte de não saber e de não saber se um dia irá saber.
li num blog aí, cujo nome não lembro neste mimento, que o amarelo é a cor da paciência. pois bem, aí vou eu a caminho da arte de esperar...
Porque, hoje, os amarelos nem sabem se riem!
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20/11/2009
Dona Flor!
O que será que me dá
Que me bole por dentro, será que me dá
Que brota à flor da pele, será que me dá
E que me sobe às faces e me faz corar
E que me salta aos olhos a me atraiçoar
E que me aperta o peito e me faz confessar
O que não tem mais jeito de dissimular
E que nem é direito ninguém recusar
E que me faz mendigo, me faz suplicar
O que não tem medida, nem nunca terá
O que não tem remédio, nem nunca terá
O que não tem receita
O que será que será
Que dá dentro da gente e que não devia
Que desacata a gente, que é revelia
Que é feito uma aguardente que não sacia
Que é feito estar doente de uma folia
Que nem dez mandamentos vão conciliar
Nem todos os ungüentos vão aliviar
Nem todos os quebrantos, toda alquimia
Que nem todos os santos, será que será
O que não tem descanso, nem nunca terá
O que não tem cansaço, nem nunca terá
O que não tem limite
O que será que me dá
Que me queima por dentro, será que me dá
Que me perturba o sono, será que me dá
Que todos os ardores me vêm atiçar
Que todos os tremores me vêm agitar
E todos os suores me vêm encharcar
E todos os meus nervos estão a rogar
E todos os meus órgãos estão a clamar
E uma aflição medonha me faz suplicar
O que não tem vergonha, nem nunca terá
O que não tem governo, nem nunca terá
O que não tem juízo
neste momento esta é minha!
Que me bole por dentro, será que me dá
Que brota à flor da pele, será que me dá
E que me sobe às faces e me faz corar
E que me salta aos olhos a me atraiçoar
E que me aperta o peito e me faz confessar
O que não tem mais jeito de dissimular
E que nem é direito ninguém recusar
E que me faz mendigo, me faz suplicar
O que não tem medida, nem nunca terá
O que não tem remédio, nem nunca terá
O que não tem receita
O que será que será
Que dá dentro da gente e que não devia
Que desacata a gente, que é revelia
Que é feito uma aguardente que não sacia
Que é feito estar doente de uma folia
Que nem dez mandamentos vão conciliar
Nem todos os ungüentos vão aliviar
Nem todos os quebrantos, toda alquimia
Que nem todos os santos, será que será
O que não tem descanso, nem nunca terá
O que não tem cansaço, nem nunca terá
O que não tem limite
O que será que me dá
Que me queima por dentro, será que me dá
Que me perturba o sono, será que me dá
Que todos os ardores me vêm atiçar
Que todos os tremores me vêm agitar
E todos os suores me vêm encharcar
E todos os meus nervos estão a rogar
E todos os meus órgãos estão a clamar
E uma aflição medonha me faz suplicar
O que não tem vergonha, nem nunca terá
O que não tem governo, nem nunca terá
O que não tem juízo
neste momento esta é minha!
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19/11/2009
Tempestade!
Tem momentos da vida que a gente para e se pergunta: "o que estou fazendo aqui?", pois bem... essa é a minha pergunta neste momento. Mas não é uma pergunta de cunho filosófico/existencial, tipo "quem sou?", "de onde vim?", "para onde vou?", "qual a minha missão aqui?", é de cunho "amor próprio", sabe? A gente se vê passando por cada uma que em outras situações não passaria e são nesses momentos que, parada em frente ao espelho, a gente se pergunta: "o que estou fazendo aqui?".
Eu acredito em pagar pelos erros e, apesar da minha pouca idade, já cometi alguns bem graves, e é por isso que eu acho que o fato de ainda "estar aqui" (ou de "ter estado" até ontem) é para pagar. Mas o bom é que, graças a Deus, o ser "racional" que vos escreve, apesar de derramar muitas lágrimas, aprende com os erros e melhor, supera-os, na maioria das vezes. Mesmo com todos os percalços, a felicidade foi presente na maioria dos momentos e, com certeza, ela será bem mais!!!
Como na minha humilde vida felina não há lugar para o arrependimento, eu só agradeço por tudo que vivi, mesmo as coisinhas ruins.
Não sei a resposta para a pergunta inicial, mas sei que "não estarei mais aqui"!!!
Neste momento uma nuvenzinha negra e carregada de chuva está tampando o arco-íris, mas quando ela passar ele surgirá novamente, afinal dizem que ele nasce da junção do sol com a chuva, né?
O pote-de-ouro continua lá no final do arco-íris e eu sigo caminhando em busca dele...
*Os amarelos riem amarguras*
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30/10/2009
dívida!

Devo estar devendo algo aos santos porque quebrei, em plena sexta-feira, uma champagne sem querer...
...espero que eles considerem pago!
Saravá!!!
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finito!
Cada lágrima que desce pelo meu rosto corresponde a um punhado de areia a menos do peso das minhas costas e isso só me faz andar, um pouco mais rápido, em direção à saída.
eu, passarinho...!
hoje a amarela é só amargura!
eu, passarinho...!
hoje a amarela é só amargura!
