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12/11/2014

Dica de blog: Estagiário Social!



Gente, o post de hoje é uma dica de blog bem legal para vocês. Não é blog de decoração, é de informação. Se você é twitteiro e pernambucano, você, com certeza, já deve ter visto ou ouvido falar no Estagiário Social. Pois bem, o moço em questão tem um blog super legal e que te mantém informado em todos os campos: jornalismo, cultura, notícias, política, entretenimentos, vida alheia, etc. Super indico para quem é de Recife e para quem não é também.
Pois bem, aí vai o link: Estagiário Social para todo mundo acessar, favoritar e acompanhar. Sigam o perfil do twitter também.

14/03/2013

do abril que é pro rock :)



Saiu a programação do Abril Pro Rock 2013 e vocês que são jovens e ainda têm esse pique de festivais de música e rodas punk podem dar uma conferida  e se programar para o evento porque eu só consigo ter saudades da minha juventude rsrs.
E, como sempre, o ABP cheio de bandas de PE (uhul \o/). Vale ressaltar que tem Devotos e, como todo pernambucano sabe, 'punk, rock, hardcore sabe onde é que faz, lá no Alto Zé do Pinho é do caralho!'.
:)


Sexta 19/04/13

Móveis Coloniais de Acaju - DF
Siba - PE
Television - EUA
Volver - PE
Marcelo Jeneci - SP
Silva - ES
Babi Jaques e Os Sicilianos - PE
Tagore - PE

Sábado 20/04/13

Dead Kennedys - EUA
Sodom - GER
Devotos - PE
Krisium - RS
DFC - DF
Fang - EUA
André Matos - SP
Kataphero - RN
Kriver - PE
Vocifera - PE


17/01/2012

do que se aprende com as inutilidades...

Nem assisto o Big Brother, mas é quase impossível, hoje em dia, a gente não saber do que acontece no programa porque é todo mundo comentando nas redes sociais que você, uma hora ou outra, acaba tomando conhecimento do que rola lá dentro.
Pois bem... Nesses últimos, dias houve a polêmica do suposto estupro da mulher, que estava completamente bêbada. Nem vou me dar ao trabalho de expor a minha opinião sobre o assunto, a única coisa que desejo, de verdade, é que as pessoas aprendam algo com essa história toda, que a palavra correta é ESTUPRO  e não 'estrupo' como algumas pessoas, infelizmente, falam.

É isso aí, meus queridos, quero lembrar que dicionário existe e que quando a gente tem dúvidas sobre a escrita de alguma palavra, é sempre bom ir nele...



'Por entre fotos e nomes os olhos cheios de cores, o peito cheio de amores vãos...'

18/05/2011

TV Manga!

Pessoas, é o seguinte, logo menos vocês poderão assistir 'interneticamente' a TV mais irreverente do Brasil: a TV Manga!
A única com um repórter rasta e um microfone 'comestível', ela faz um jornalismo recheado de muita irreverência. Aí abaixo está o link do blog, saído do forno:
http://curtamanga.blogspot.com/
Ela também tem perfil no facebook, um canal no youtube e vocês podem segui-la no twitter @tvmanga1.

14/05/2011

Livros Didáticos adotados pelo MEC

Ontem estava assistindo ao Jornal Nacional, coisa rara porque não estou mais assistindo TV, nem mesmo jornais, e a matéria inicial era sobre os novos livros didáticos de língua portuguesa adotados pelo MEC. E foi tudo bem estilo "Globo de ser", né? A Fátima Bernardes dizendo que o novo livro diz que a seguinte frase "os livro ilustrado mais interessante estão emprestado" não está errada, mas que quem falar dessa forma pode ser vítima de preconceito linguístico.
E eu confesso que fiquei surpresa. Não com a forma da Globo abordar a matéria, porque, claro, ela não faria de outra maneira, mas com a 'ousadia' do MEC em adotar tais livros. Lembro que durante a faculdade, estagiei em escolas públicas e os livros adotados eram os da Magda Soares, que tem um projeto lindo baseado no letramento, e seus livros são todos com muita leitura e pouca gramática. Eu adorava porque trabalhava muito textos com os alunos, mas os outros professores não gostavam muito não, achavam que 'aula de português boa mesmo' era o aluno aprender a usar uma mesóclise quando isso nem é mais usado hoje em dia. E ver que os livros agora terão as variantes da língua ensinadas não como erro, mas como uma forma de falar que é característica de uma classe social e que tem uma estrutura linguística bem mais simples, onde a flexão de uma única classe gramatical, como o artigo, por exemplo, já indica que toda a frase está no plural, é bastante inovador e confesso que até bate uma vontade de voltar a ensinar.
Nunca fui muito fã da Linguística não, acho até chatinha, talvez porque eu seja de Literatura, mas reconheço que ela é extremamente importante e indispensável no estudo de qualquer língua. E também acredito que os alunos devem saber reconhecer e identificar todas as formas de falar aceitas pela língua portuguesa, sejam os alunos de uma classe social mais baixa ou os da mais alta. É preciso que todos se vejam e se sintam fazendo parte do português, porque, afinal de contas, a língua é viva e querer se basear numa gramática de uma língua que não é, definitivemente, a nossa é uma absurdo e uma ignorância tremenda. Não somos Portugal e a nossa língua não é a mesma deles.
Quero parabenizar as autoras e o MEC pela ousadia e inteligência em publicar e adotar tais livros. E aos gramatiqueiros de plantão que acham um absurdo isso, só posso sentir pena.

28/03/2011

Entrevista de Harold Bloom

ÉPOCA – Como o senhor analisa o sucesso da literatura infantil atual?


Harold Bloom – É um fenômeno de mercado. A maior parte dos livros para crianças à venda nas livrarias é idiota, não serve para nada, muito menos para suprir a necessidade de leitura de uma criança ou do leitor de qualquer faixa etária. Livros estão sendo confeccionados para vender e se tornar sucessos no cinema e na televisão. Isso nada mais é que uma máscara que oculta o rosto cada vez mais estúpido da era da informação. Os tais livros infantis ajudam a destruir a cultura literária.

ÉPOCA – Sua opinião mudou em relação à série Harry Potter?


Bloom – Odeio Harry Potter. É bruxaria barata reduzida a aventura. É prejudicial ao leitor. Não tem densidade. A escrita é horrível. Lancei a polêmica, sabendo que eu atuaria como Hamlet, que defronta com um oceano de aborrecimentos. Continuo me incomodando com os fãs do pequeno feiticeiro.

ÉPOCA – Existe solução para incentivar a leitura entre os jovens?


Bloom – Não vejo diferença entre literatura adulta e infantil. Existe, sim, uma diferença essencial entre boa e má literatura. A solução está na boa leitura, em todas as idades. A primeira idéia da coletânea que organizei era criar um compêndio de boa leitura, que se intitularia O Leitor Solitário. Aos poucos, me dei conta de que estava fazendo um livro para jovens, com poemas e histórias simples, sem prejuízo da qualidade. Percebi então que poetas como John Keats e John Donne poderiam servir para alimentar a imaginação da juventude, assim como os contos de C.K. Chesterton e Robert Louis Stevenson.

ÉPOCA – Mas por que existe essa separação entre literatura para pequenos e grandes?

Bloom – Diferenciar livros para crianças e para adultos foi útil na divisão do mercado do século passado, mas hoje encobre um fato muito grave: o de que a estupidez está acabando com a cultura literária. As crianças de hoje não são mais burras que as de antigamente. O problema está em vencer modismos e chamar a atenção para bons exemplos literários. Talvez a queda dos índices de leitura se deva aos maus exemplos que os pais estão dando a seus filhos.

ÉPOCA – Há uma continuidade entre seus três trabalhos – Angústia da Influência (1973), O Cânone Ocidental (1994) e o recente Gênio?


Bloom – Tenho escrito um só livro, que continua no próximo volume. Talvez por isso eu desagrade aos colegas de universidade. Nunca termino e eles ficam irritados. Minha obra começou com a preocupação de distinguir os poetas fortes dos fracos. Os fortes fundam uma série e brigam entre si. Os fracos são descartados pela história. A literatura não passa de uma luta entre fracos e fortes. A crítica, como gênero literário, envolve batalhas entre bons e maus. Tracei em Angústia da Influência uma genealogia de poetas fortes. A cultura politicamente correta e as feministas detestaram o livro, alegando que eu privilegiava autores mortos, brancos e ocidentais. Dos anos 70 para cá, os valores da cultura literária estão se diluindo e maus autores passam a virar importantes quando não são. Por isso resolvi estabelecer um cânone, uma lista de obras fundamentais. Gênio consiste em um mosaico de referência pessoais. Para mim, a leitura é um gesto particular. Minha função como crítico literário é oferecer um conhecimento menos teórico do que prático da literatura. Meu objetivo é levar as pessoas a ler.

ÉPOCA – Como recuperar o conceito de genialidade em tempos tão céticos como os de hoje?


Bloom – A noção de gênio está fora de moda há muito tempo na universidade, desde meados do século XIX. Os intelectuais a desprezam, por ser um resquício do espiritualismo romântico. Estou tentando restaurar uma idéia arraigada na história do Ocidente há milênios. No livro, tratei de buscar a genealogia dos gênios em todos os tempos e todos os lugares. Resultou no maior volume que já produzi em minha vida, com cerca de 1.000 páginas. E foi mal recebido nos Estados Unidos. Há um preconceito dos intelectuais americanos em relação à genialidade. O que vale aqui é a cultura 'do homem comum'. Genialidade é algo antipático para a cidadania americana. Gênio é uma palavra com duplo sentido e vem dos gregos, fundamentando nossa tradição cultural. Tanto designa uma família de escritores talentosos ao longo da História, ligados por características semelhantes, como indica o daemon, a entidade divina da inspiração que todos carregamos dentro de nós. É um conteúdo sagrado que não podemos ignorar de forma alguma, mesmo que os acadêmicos insistam que ele não existe.

ÉPOCA – Quem são os grandes gênios da literatura?

Bloom – Escritores como Shakespeare, Dante, Cervantes e Milton não têm rival na história literária. São escritores tão fortes que suas obras e personagens alteraram os rumos da história literária futura. Continuamos vivendo sob seu impacto. Eles são dotados de poderes literários extraordinários. Chamá-los de gênios, portanto, é fazer-lhes justiça.

ÉPOCA – O senhor costuma dizer: 'Shakespeare lê você de um modo muito mais completo do que você pode lê-lo'. Isso não é subestimar a capacidade do leitor?


Bloom – Não. O que quero dizer é que a leitura de um gênio como Shakespeare proporciona diversos registros. O iluminista Samuel Johnson, um de meus críticos favoritos, dizia que o leitor comum pode aproveitar Shakespeare a seu modo, no estágio intelectual em que se encontra. A leitura que ele fizer de uma peça como Hamlet terá sido válida se ele tirar proveito dela. Os grandes gênios são espelhos nos quais os leitores se miram e acabam encontrando a si próprios.

ÉPOCA – O que define um gênio?

Bloom – É o autor capaz de mudar a História. Aliás, não acredito em História. Para mim, só existem biografias. As obras literárias não podem ser consideradas apenas como meras manchas nas páginas do tempo. Em tal corrente de biografias estendidas através da linha cronológica, existe uma família de iluminados que compartilham características como naturalidade, intensidade, exuberância e loucura. Gênios são aqueles que não se submetem às leis de seus predecessores.

ÉPOCA – O senhor inclui autores orientais em Gênio?

Bloom – Tentei ampliar o cânone incluindo agora também Oriente, Norte e Sul. Selecionei 100 autores geniais contra os 26 que havia escolhido para O Cânone Ocidental. Na nova lista está, por exemplo, a escritora japonesa Murasaki Shikibu (973-1025). Ela guarda um ar de família com Jane Austen quando escreve histórias sobre o desprezo amoroso. Também incluí a Bíblia e o Alcorão. Nestes tempos em que as religiões orientais são satanizadas, acho fundamental chamar a atenção para a qualidade literária de Maomé. O Alcorão é um dos mais belos poemas que conheço. As tradições se mesclam. A Bíblia, que foi escrita por muitos autores, e o Alcorão fazem parte de uma tradição comum, o cânone mundial.

ÉPOCA – O senhor cita Fernando Pessoa entre os grandes escritores no Cânone Ocidental. Agora inclui Machado de Assis. Por que ele é gênio?


Bloom – Leio em português com certa fluência. Gosto muito de José Saramago, somos bons amigos, embora eu não concorde com a posição dele em relação à guerra contra o terrorismo. Ele é comunista, respeito as idéias dele, mas não concordo. É um bom escritor. Em poesia, a língua portuguesa legou Camões e Fernando Pessoa. Na ficção, adoro Eça de Queirós e Machado de Assis. Considero Machado o maior gênio da literatura brasileira do século XIX. Ele reúne os pré-requisitos da genialidade: exuberância, concisão e uma visão irônica ímpar do mundo. Procuro um grande poeta brasileiro vivo. Ainda não o encontrei. Conheço Carlos Drummond de Andrade e ouvi falar de Guimarães Rosa, que adoraria ler. Não sei se terei tempo.

Porque ele é super conservador e existem várias pessoas que discordam dele, inclusive eu, mas não nego que em alguns aspectos comungo da mesma opinião dele.

15/03/2011

Dica de Peça Teatral

PEÇA: A morte do artista popular

ELENCO: Biagio Pecorelli, Camilla Rios, Diogo Testa, Dolores Efrem, Evilasio de Andrade, Felipe Cavalcanti, Ingrid de Souza, Julyana Caminha, Mauro Monezi, Roberto Brandão, Thaysa Zooby e Tiago Gondim.



Onde: Estação Cultural Senador José Ermírio de Moraes - PIEDADE

Horário: 19h.

Quando: segunda-feira, dia 21 de março.

Quanto: de graça.

18/01/2011

Francis Hime

Gostaria muito de falar sobre a maravilha que deve ter sido o show de Francis Hime sábado no Instituto Cultural Santander, mas, infelizmente, não posso porque não fui. O show estava marcado para começar às 17h e a venda dos ingressos 1h antes, ou seja, às 16h. Cheguei lá era exatamente 15:40 e os ingressos já estavam esgotados. Então perguntei "como assim se só deveriam ser vendidos daqui a 20 minutos"? A moça da recepção e venda explicou que como já tinha gente lá eles decidiram começar a vender antes. As outras pessoas que estavam lá, na grande maioria senhoras da "alta sociedade pernambucana", ficaram super revoltadas, querendo protestar, reclamar e até xingar, mas acho que o "manter a pose" falou mais alto porque elas não fizeram nada, apenas entraram em seus carros de luxo e voltaram para casa.
Achei uma falta de organização total por parte do ICS e da produção do show já que o horário de vendas foi divulgado em sites, jornais e até por telefone. Espero que o próximo show, não importa o artista, a produção cumpra o que divulgam na imprensa.
E eu aqui morrendo de inveja por não ter visto e ouvido o Francis...

"Cada paralelepípedo da velha cidade essa noite vai se arrepiar..."

23/12/2010

Sálvia Divinorum

Estava eu ontem agarrada com a máquina de costura e ouvindo a televisão da sala, que estava ligada na Rede Record, quando começou uma matéria sobre a cantora e atriz americana Miley Cyrus (a Hanna Montana). Era, na verdade, um vídeo da festa de aniversário de 18 anos da menina onde aparecia a mesma fumando algo e logo em seguida ficando muito "chapada". Todos pensavam que era maconha, até que a atriz desmentiu e disse que era sálvia. Isso mesmo! Sálvia!
Eu fiquei chocada porque não imaginava que isso se fumava. Não é a sálvia que a gente usa em receitas e em chás não, mas outra espécie:  a sálvia divinorum, ou Sally D, cultivada no México e que, se fumada, provoca uma sensação alucinógena igual ao do LSD. Já considerada droga, ela é a mais nova vibe dos jovens americanos e ainda não sabem se causa ou não dependência, mas em alguns estados americanos a erva já está sendo proibida.
Durante a matéria, eu só ficava imaginando: quem foi a bendita ou maldita (sei lá) criatura que atinou de fumar sálvia? Como é que essas pessoas chegam a isso? Eles ficam deitados no sofá de casa e pensando: o que vamos fumar hoje? Coentro? Orégano? Acelga? Sálvia? Minha nossa! É, realmente, muita chapação, viu?!
Só espero que ela demore a chegar ao Brasil porque aqui já tem consumo de drogas demais, né?!

12/12/2010

Pena Filho


Ontem fui à exposição sobre Carlos Pena Filho no Instituto Cultural Santander e só posso dizer uma coisa: perfeita! A reprodução do Bar Savoy logo na entrada, o áudio do próprio Carlos recitando suas poesias, a versão linda que Júnio Barreto fez pro poema "A mesma rosa amarela", numa parede repleta das mesmas, a gravação do repórter Esso anunciando a morte do poeta bem do lado de uma parede cheia de recortes de jornais da época e do trecho da carta que Jorge Amado fez quando soube da tragédia. A carta é tão linda e triste que chorei ao ler. Além do tão famoso Azul de Pena Filho.

E isso é só um pouquinho da maravilha que ficou essa exposição. Quem puder não deixe de ir não, porque é uma excelente maneira de se aprender sobre esse poeta, recifense, maravilhoso que passou, e ainda passa, tanto tempo esquecido.

A entrada é gratuíta e o Instituto fica ali no Recife Antigo bem em frente ao Marco Zero.
"São trinta copos de chope,
São trinta homens sentados,
Terzentos desejos presos,
Três mil sonhos frustrados..."
(Chope-Carlos Pena Filho)

18/08/2010

VAGINOCRACIA!

Pessoal, tô aqui pra indicar o blog, saído do forno, de um amigo super querido, René Kaetano (sociólogo de formação, escritor de natureza e cafetão em momentos de necessidade). Talvez as feministas não se interessem muito devido ao nome "Vaginocracia", mas eu garanto que o conteúdo é de qualidade, recheado de muita literatura em suas mais variadas formas (poesia, conto, romance, etc...).

Para quem se interessar, aí está o endereço: http://vaginocracia.blogspot.com/

Deleitem-se...

21/09/2009

Porto das Letras

Prefeitura do Recife
Secretaria de Cultura
Fundação de Cultura Cidade do Recife

Porto das Letras com Jean-Yves Loude

A Fundação de Cultura oferece mais um espaço literário na cidade do Recife, o Porto das Letras, na sede da Gerência Operacional de Literatura e Editoração, localizada na Av. Rio Branco, nº 76 A, no Bairro do Recife.
Neste mês de Setembro, o Porto das Letras, prosseguindo as suas atividades, realizará um debate com o etnólogo e escritor francês Jean-Yves Loude. Do Cabo Verde até São Tomé, passando por Lisboa, Jean-Yves Loude, pelas narrativas de suas viagens, dirige investigações sobre as diferentes expressões culturais no mundo. Além de suas viagens ao mundo lusófono, Loude já viajou e escreveu sobre lugares tão diferentes quanto Índia, Nepal, Paquistão, Afeganistão, Irã.
Em parceria com o Consulado da França e a Aliança Francesa, Loude conversará com o público no dia 24 de Setembro às 17h na sede da Gerência Operacional de Literatura e Editoração sobre alteridade e diálogos culturais e as relações entre ciência e literatura, com mediação de Lourival Holanda. Em seguida, a partir das 19h30, realizará uma conferência sobre a resistência das culturas populares no auditório da Aliança Francesa do Derby.
Serviço:

Porto das Letras com Jean-Yves Loude
Mediação: Lourival Holanda - 17h: Gerência Operacional de Literatura e Editoração - (GOLE) Av. Rio Branco, 76 A, Bairro do Recife. Telefone de contato: 32322898
Conferência de Jean-Yves Loude
De Cabo Verde a São Tomé passando por uma Lisboa Africana
- 19h30: Aliança Francesa – Rua Amaro Bezerra, 466, Derby

06/08/2009

Influenza A (H1N1)


Medidas simples para se prevenir da gripe:



  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar;

  • Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;

  • Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço, preferencialmente, descartável;

  • Pessoas com qualquer gripe não devem frequentar ambientes fechados e com aglomeração de pessoas;

  • Procurar logo uma unidade saúde em caso de suspeita de infecção pela Influenza A (H1N1) para diagnóstico e tratamento adequados;

  • Não usar medicamentos sem orientaçao médica. A automedicação pode ser prejudicial à saúde.


O Hospital referência para o tratamento da Influenza A (H1N1) em PE é o HUOC (Hospital Universitário Oswaldo Cruz) e para mais esclarecimentos, vocês podem entrar no site do Ministério da Saúde.

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