27/11/2012

do mestrado...

Ontem fui fazer a prova para seleção do mestrado em Teoria da Literatura na UFPE. Fiz até uma prova boa, mas não o suficiente para passar, tenho essa plena convicção comigo. Talvez até tenha uma surpresa e passe, mas no fundo minha intuição e meu conhecimento sobre a área estão dizendo que fica para a próxima.
Mesmo achando que não vou passar estou muito feliz de ter feito a prova. Ano passado me inscrevi para a seleção, estudei feito louca e no dia da prova eu simplesmente esqueci e não fiz. Quando me dei conta faltavam 5 minutos para o início e eu estava do outro lado da cidade. Chorei de raiva de mim porque não acreditava como eu tinha conseguido essa façanha, como eu tinha esquecido a coisa que eu mais desejo para a minha vida? Esperei mais um ano e esse ano eu compareci, estava lá na hora certa, no dia certo e fazendo tudo o que eu podia naquele momento.
Realmente acho que não vou passar, mas estou muito feliz por ter estado lá e ter feito o meu melhor. Tenho aquele consolo de que o carnaval num estante chega, o mestrado também! :)

Com amor e com literatura, o que, para mim, é a mesma coisa!

21/11/2012

de infância e de estimação...

Da série 'cheirinho de infância'...

Um post no twitter e mil lembranças vêm à mente. Hoje vou contar um causo dessa minha vida de 27 anos vividos, mas com bagagem para dar e vender.
Meu pai, que na verdade é meu tio, irmão da minha mãe, e por quem eu fui criada, é veterinário e, não por isso, sempre tivemos felinos em casa, aliás gatos são um paixão na família Euzébio (minha família). Um dia painho resolveu mudar o animal e chegou em casa com uma coelha, que logo de cara foi amada por todos e recebeu o nome de Tieta. Tieta era linda, toda branquinha, com os olhinhos vermelhos, igual ao coelho da musiquinha da páscoa.
Ela era fofinha e amada, mas não sei se vocês sabem, queridos poucos leitores, que coelhos roem e fazem cocô (que parecem sementes de mamão) absurdamente. Painho ficou logo irritado quando viu seus sapatos todo roídos e disse que ia dar Tietinha. Nós choramos, mas não adiantou muito. Um belo dia de domingo estávamos almoçando todos reunidos em volta da mesa (momentos raros na nossa família), comendo o que achávamos ser galinha, quando painho informou que não tinha dado Tieta, ele tinha matado a coitada e o que pensávamos ser a galinha, era, na verdade, a nossa coelha de estimação. Ficamos todas chocadas e tristes, mas já tínhamos comido a coitada e a carne é bem mais macia que a de galinha.
Tieta foi a primeira e única coelha que entrou lá em casa e, de fato, foi uma experiência traumática. Desde esse episódio só gatos existiram em nossa casa, já que painho nunca teve coragem de tirar a vida deles.

Cheiro de infância e amor animal.
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20/11/2012

tô voltando...

Ando tão desligada dessa minha casa de cá. São tantas coisas ultimamente, sessões de quimio de mainha, falta só uma agora :), estudando para a prova do mestrado, de última hora, vale ressaltar, corrigindo a monografia do namorado, trabalhando e lendo a trilogia 50 tons de cinza.
Mas só passei para cortar a grama, tirar o pó e dizer aos vizinhos que ando distante, mas que ainda tô aqui. Essa casinha talvez seja o lugar do mundo onde mais me mostro como sou de verdade e onde mais meus sentimentos são expostos.

Saudades e pode preparar o feijão preto que eu tô voltando...
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