29/12/2011

de vidas passadas...

Da série cartas de amor (amor/amigo do coração) ...

Fazia tempo que queria escrever esse post para você e, na verdade, já o tentei fazer várias vezes, mas essas coisas de escrever sobre amor, comigo, não funciona forçado, tem que ser espontâneo. Então agora eu estou aqui, sendo bem eu e colocando meu amor, mais uma vez, na tela.
Não é novidade o meu amor, (re) encontrado, por você, mas o que mais me surpreende é ver, a cada dia, como a nossa sintonia é maior. Até os aprendizados, para não dizer 'coisas ruins', acontecem simultâneos em nossas vidas... deve ser algo da cultura felina que a gente desconhece.
Certo dia me peguei pensando se eu sabia o exato momento que comecei a te amar nessa vida e acabei me dando conta que foi naquele Agosto de 2009, pela primeira vez Agosto fazendo e trazendo coisas boas para mim. Lembro perfeitamente como fiquei encantada ao te ver abrir a boca e deitar falação para todo mundo. Na verdade esse encantamento é eterno,  não tem nada que goste mais em tu do que te ver/ouvir falar. Cada encontro, cada conversa que a gente tem são milhões de coisas que aprendo e isso só faz meu amor se manter mais firme e mais forte.
Uma vez, te lendo 'para trás', descobri que uma de tuas faces, a da lagarta, é devoradora de folhas de amora, meu chamamento carinhoso, e foi aí que percebi que, nem se eu quisesse (coisa que eu nunca quis), eu conseguiria fugir de tu e do teu amor porque ele está além das nossas vontades.
Depois que descobri o momento que esse amor voltou ao meu peito, parei para pensar no que o fazia continuar e, meu dEUS (assim como o teu), são tantos... É a paixão por felinos (nós), pela literatura (nós), por poesia (nós), pelo barroco (nós), por Chico (nós), por café (nós), e por tantas outras coisas que, a cada dia que se passa, mais e mais afinidades são encontradas.
Aliás, falando em Barroco, esse, depois dos felinos, seja talvez o nosso maior laço. Como as nossas vidas vivem nesses círculos que não se tocam, mas se repetem e como a gente tem essa natureza barroca, ambígua, que vive em constante mutação porque a gente aprende com os nossos erros e com os dos outros.
Agradeço todos os dias seja a dEUS, ao universo, à Bastet, quem quer que seja, pela tua presença nessa e em outras vidas passadas. E peço, todos os dias, que nas vidas que virão, eu volte a te encontrar.

Se todo mundo tivesse um amor/amigo como tu, amorinha minha, as pessoas seriam mais felizes e o mundo mais lindo!

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